sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Júpiter: sorte, sucesso e crescimento

Júpiter é representado no filme Guerra de Titans pelo ator Liam Neeson. Mas ele tem ainda outras facetas e geralmente aparece entre raios, nuvens e trovões. Sorte, sucesso, expansão e exageros são as suas características mais conhecidas. Quem tem Júpiter em boa posição no mapa astral natal tem horizontes largos, vocação para ser grande ou pelo menos contar com um super anjo da guarda.
Abençoado aquele que no dia de seu nascimento tinha sobre sua cabeça Júpiter em posição favorável. Destino? Sim, destino é uma palavra que traduz bem a imagem de bem aventurança que reina sobre os filhos do deus. Conhecido entre os gregos por Zeus, ele era o regente do Olimpo, que governava soberano sobre todos os outros. No céu é o maior dos planetas. Pode ser visto a olho nu com certa facilidade, como um ponto avermelhado. Na imaginação humana, nas profundezas da psique, é o símbolo do maior. E em toda a nossa expressão criativa foi percebido como o grande, o vigoroso, o valente, o sortudo, o bem dotado, o rico, o sábio, o religioso, o guru, o mestre, o milionário, o rei.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Trabalho e saúde com Júpiter em Virgem

Júpiter, planeta de expansão ficará em Virgem, signo de trabalho e saúde entre 12 de agosto de 2015 e  9 de setembro de 2016. O planeta é tido como benéfico, mas em ano de grande quadratura sua expansão pode não ser necessariamente sinônimo de sorte, pelo menos para alguns. 
Virgem é signo de trabalho e tudo aquilo o que fazemos com essa máquina chamada corpo humano em nome da sobrevivência repercutindo sensivelmente sobre nosso bem estar. É por isso que se diz que nossas atividades diárias, a forma como ganhamos a vida e a saúde representam algumas das ideias deste signo. Tido como kármico, muitos nativos carregam consigo processos de muito trabalho, limpeza e purificação, dores físicas e psicológicas, doenças, curas, perdas e alguns dramas. Sendo o último signo antes dos chamados signos sociais, ele é conhecido como uma peneira que separa, classifica, avalia e permite ou não a passagem adiante de certos ingredientes, comportamentos, ideias, formas de ser e estar no mundo.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Saturno em Sagitário: tudo o que é demais passa

Saturno, o deus da restrição fica em Sagitário, signo de expansão entre 23 de dezembro de 2014 e 20 de dezembro de 2017. Serão anos de aprendizado aos nativos deste signo que adora ser o dono da verdade.
Carla é uma sagitariana de horizontes amplos, como a maioria dos nativos deste signo. É advogada em Brasília e adora viajar e se divertir. Durante a infância viveu na África do Sul e na Argentina, de forma que aprendeu a falar inglês e espanhol de forma muito natural. Atualmente ela está no Canadá trabalhando numa ONG. Seus planos iam, como de costume para o alto e avante, até que Saturno entrou no signo de Sagitário.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Héstia ou Vesta: a deusa do fogo interior

A pintura de John Weguelin é uma possível interpretação pictórica para Héstia ou Vesta, a deusa do fogo sagrado, do lar, da família, o fogo que aquece as almas e aponta os caminhos do coração. Nesta pintura, Weguelin a colocou num cenário egípcio, como se ela fosse ainda anterior à Héstia grega.
No fim do túnel há uma luz. Em meio a confusões, crises de identidade, antagonismos, fraquezas de caráter e espírito, confusões externas, escuridão, sombras, trevas pessoais ou mundiais há uma chama que ilumina, arde e pode indicar a saída para muitas questões. Essa chama é representada por Héstia, a deusa do fogo sagrado na Grécia antiga. Em Roma, conhecida por Vesta, ela foi uma deusa do mundo privado, da casa, do lar. Em toda a morada grega havia no centro o fogo que nunca se apagava. Ela também estava presente na chama ostentada em local público e nos jogos olímpicos.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Marte em Escorpião: sexo, guerra e transformação

O ditador da Coréia do Norte Kim Jong Un faz testes com a bomba de hidrogênio no dia de hoje (pelo menos alega que sim). Eis a estréia vigorosa de um Marte em Escorpião, aspecto belicoso que marcará 2016 até o início do mês de agosto.
Escorpião não é signo de bom fama. Este que é o segundo do elemento água é regido por Plutão, deus dos submundos, dos infernos. O que contribui para que o signo apresente qualidades como profundidade, destempero emocional, raiva, vingança, controle, poder, manipulação, mas também visão além da aparência das coisas, grande capacidade de regeneração, compreensão, amor e cura. A má fama do signo tem estreita relação com a capacidade de auto proteção e sobrevivência, mesmo em ambientes bastante adversos e cheio de perigo e principalmente se isso significa deixar de salvar o outro para salvar a própria pele.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL EM LUA CHEIA!

Há 38 anos não temos uma Lua Cheia em Câncer, no signo da família, em pleno Natal. Sendo uma festa familiar e a deusa das emoções em sua fase mais esplendorosa uma explosão de afetos, que este Natal seja lembrado como uma festa em que pais e filhos, irmãs e irmãos, sobrinhos, primos e avós se unem para celebrar aquela que ainda é uma das melhores experiências da vida, estar bem em família; esta base tão importante que nos acolhe e reabastece nossas energias durante o ano em nossos momentos mais desafiadores.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

2016: anti-heróis, seriados e sombras

Walter White, personagem da série Breaking Bad e Frank Underwood, de House of Cards. Dois personagens que nos levarão a compreender o significado da sombra para a psicologia de Carl Jung com um empurrãozinho de Plutão em Capricórnio, estimulado pela terrível quadratura com Urano em Áries. Arquétipos que já são reconhecidos pelo grande público por que tem povoado nossos dias na vida real. Uma característica dos tempos atuais que irão se repetir em 2016.
O que os personagens Walter White da série Breaking Bad e Frank Underwood, de House of Cards têm em comum conosco, além de terem em comum entre si? Que ambos são famosos por serem anti heróis nós já sabemos. Eles não são vilões, afinal nos identificamos com suas canalhices. A questão é que as séries não fariam tanto sucesso se não ressoassem fortemente dentro de nós, no público, como um espelho social e psicológico do momento que estamos atravessando. Estamos vivendo um tempo anti heroico. Mas o que os astros, além das estrelas hollywoodianas, têm a ver com isso? A astrologia poderia dizer que boa parte da culpa disso tudo é de Plutão.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

A mitologia de Star Wars

Assista à entrevista completa de George Lucas com o jornalista Bill Moyers sobre a mitologia de Star Wars em inglês ou acompanhe os melhores momentos nesta postagem.

Não é por acaso que Star Wars é um fenômeno cinematográfico há quase quatro décadas. Alguns psicólogos e religiosos insistirão em atribuir ao filme qualidades que fariam dele uma obra repleta de significados sagrados, ocultos, que passariam desapercebidos público até levá-los praticamente à redenção, como se a história fosse uma recontextualização da narrativa da mitologia crista em temos modernos. Em entrevista ao jornalista Bill Moyers, George Lucas não vai tão longe, fala de seu filme com muito mais leveza.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Uma história sufi para tempos difíceis



"Havia um rei muito poderoso que tinha tudo na vida, mas sentia-se confuso. Resolveu consultar os sábios do reino e disse a eles:
- Não sei porque, me sinto estranho e necessito de paz de espírito. Preciso de algo que me faça alegrar quando estiver triste e que me faça triste quando estiver alegre.
Os sábios resolveram então dar um anel ao rei, desde que o rei seguisse certas condições:
- Debaixo do anel existe uma mensagem, mas o rei só deverá abrir o anel quando ele estiver num momento de extrema dificuldade.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Guerra no céu, guerra na Terra: os desafios da quadratura histórica entre Urano e Plutão

Plutão, Urano e Netuno no céu: Os deuses estão nos levando consciente ou inconscientemente a mudanças de padrão, paradigma, atitude, regra. Precisamos abrir mão de algumas coisas. Disso, nascerá antes de tudo o vazio, a inconformidade, o desespero, a ansiedade, a incompreensão e a incerteza. Eles estão exigindo de nós uma revolução pessoal e nacional. O que é velho, viciado e corrompido precisa partir. O futuro breve exige o frescor do novo, da verdade, da liberdade. O emprego, o sobrenome, a conta bancária, os títulos já não podem mais definir quem somos. É preciso renascer sob novos valores, mais nossos, mais consistentes, mais íntegros e dignos. Texto originalmente publicado em 18/05/15, com atualizações em destaque.


Às vezes nos perguntamos como o mundo atualmente parece estar tão confuso, agitado e cheio de perspectivas nebulosas, sombrias, ocultas. O tempo que estamos vivendo é mesmo de transição, de transformação e quem nos diz isso é o céu que paira sobre nossas cabeças. Geralmente algumas mudanças levam mais tempo para acontecer, mas de alguns poucos anos para cá alguns planetas, tidos pela astrologia como gigantes, tomaram novos rumos, entrando em novos signos e promovendo mudanças bastante significativas numa única grande onda.

domingo, 15 de novembro de 2015

A SOMBRA NA CONTEMPORANEIDADE: O MESTRE BUDISTA, O DISCÍPULO E A RELAÇÃO COM A SOMBRA


FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE – FACIS
INSTITUTO JUNGUIANO DE ENSINO E PESQUISA – IJEP


A SOMBRA NA CONTEMPORANEIDADE:
O MESTRE BUDISTA, O DISCÍPULO E A RELAÇÃO COM A SOMBRA


Especialização em Psicologia Junguiana

BRASÍLIA
2015
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INTRODUÇÃO

Sacerdotes, gurus e demais mestres espirituais sempre tiveram um papel inegável. Sua função social é intermediar o contato com o divino, ajudando o sujeito a entrar em contato com “deus” ou pelo menos com a divindade que existe dentro de cada um de nós. Eles facilitam esse processo clareando caminhos, trazendo lucidez, informação, método, disciplina, sentido, inspiração e senso de propósito. Na linguagem junguiana esse encontro com a chama divina, o numinoso, seria o encontro com o verdadeiro self ou o si-mesmo. Um papel delegado na pós modernidade também a outros profissionais tais como psicólogos, analistas e terapeutas. Entretanto estes não serão tratados nesta pesquisa, mas apenas os mestres do budismo da tradição tibetana.
A questão é que esses mestres, conhecidos por serem os “detentores do conhecimento oculto sagrado”, têm cometido vários equívocos, fato constatado pelo senso comum por meio de relatos e notícias na mídia, dia após dia. No entanto, seres humanos como quaisquer outros, não seria razoável que isso fosse minimamente compreensível? A questão é que muito comumente buscadores, discípulos e mesmo a sociedade de um modo geral, não encaram o tema desta forma. E por que isso acontece? Bem, uma das hipóteses é que devido a altas expectativas por parte dos discípulos essa é uma relação que já começa de forma desequilibrada. Geralmente o discípulo enxerga o mestre como alguém com habilidades especiais, que transita entre “a terra e o céu”, como quem tem poderes sobrenaturais, reforçados por tradições, regras, histórias, mitos e livros sagrados. Por causa dessa premissa básica de que o mestre ainda é aquele que faz a ponte entre os homens e os deuses, os discípulos se sentem muitas vezes inibidos, despreparados ou mesmo incapazes de avaliar o nível de preparo do mestre. Como se duvidar dele ou do processo espiritual fosse uma ousadia imperdoável. Outra mística que acompanha o trabalho espiritual é a expectativa de altíssimos resultados. Fator que pode isentar o discípulo de boa parte do árduo trabalho espiritual, eximindo-o dos esforços necessários a práticas complexas que podem ser bastante cansativas, no entanto, pessoais e intransferíveis.
Do ponto de vista do mestre também há algumas armadilhas possíveis como, por exemplo, quando essa “autoridade religiosa” se sente tentada a ocupar inapropriadamente uma posição de poder, identificando-se com uma persona onipresente, onisciente e onipotente, assumindo a postura de um verdadeiro deus, deixando-se tomar por um complexo poderoso. Essas e tantas outras possibilidades de relação entre mestre e discípulo podem gerar uma dinâmica de sabotagem que pode levar ambos a caminhos bem distantes do self.  O que seria um desvio do objetivo proposto, uma vez que muitas pessoas realmente necessitam de orientação psicoespiritual. Uma situação que pode chegar até a consequências desastrosas, nefastas, como a pedofilia, o abuso de drogas, a promiscuidade sexual, como veremos mais à frente.
O que motivou a pesquisa sobre o tema foi a frequência com que passamos a ter conhecimento, por meio de notícias, sobre relações mestre-discípulo que tiveram consequências negativas. Diante disso as perguntas mais importantes que poderíamos fazer acerca do tema poderiam ser: será que esse contato com a sombra, durante a dinâmica religiosa, é positivo ou negativo?  Até que ponto o trabalho espiritual desenvolvido entre mestre e discípulo pode levar à revelação ou à alienação? E dentro desta perspectiva, como distinguir o que seja revelação de alienação? Será o confronto com a sombra uma possibilidade de revelação? Afinal, se o lama budista, que é preparado geralmente desde muito cedo a prover orientação espiritual e tornar a si mesmo exemplo de conduta, como e porque em alguns momentos ele se perde no caminho produzindo consequências desastrosas para si e para os outros? Por que alguns mestres incorporam o tipo invencível, a persona de um salvador, e não reconhecem suas fraquezas? Segundo Jung, ninguém vive sem sombra, nem mesmo os mais altos sacerdotes. Aliás, é justamente por trabalhar na perspectiva da busca da luz que a sombra torna-se diretamente proporcional, tão grande quanto a luz. Quem mais trabalha em busca de iluminação mais sombra guarda em si.
Uma resposta plausível para essa difícil questão poderia estar na questão da persona. Uma forte identificação com a máscara de sacerdote ou de iluminado é algo muito difícil de ser questionado pelo discípulo. E é isso que tentaremos mostrar. Pois a identificação com uma persona de construção social tão poderosa dificulta o confronto do sujeito com a sombra, podendo gerar forte alienação.   Como o próprio Jung afirma, a sombra é algo constitutivo da alma humana, não há como negarmos um encontro com ela, principalmente quando a intenção do trabalho é espiritual.
Para falar sobre persona e sombra utilizaremos como base teórica a obra de Carl Gustav Jung. Pois que outra teoria senão a analítica, que trata exatamente desses conceitos, complementares, compreenderia melhor essa dicotomia entre complexos?  Além disso a filosofia budista e a psicologia profunda possuem muitos pontos de convergência quando tratamos de dualidade. Para isso utilizaremos os principais livros da obra de Jung, textos e livros que tratam do tema no âmbito do budismo e reportagens que mostram dramas reais que aconteceram entre discípulos e mestres do budismo tibetano.
A pesquisa se compõe de (...)
O objetivo desta pesquisa é trazer consciência para(...)

 * A tese completa pode ser requisitada por meio do e-mail alinemaccari@gmail.com 

Aline Maccari

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Eduardo Galeano: somos feitos de histórias

Eduardo Galeano, grande escritor uruguaio, nos deixou em abril deste ano. De sua aldeia ele pretendia alcançar toda a humanidade. Certa vez, em entrevista a um jornal, o repórter sugeriu que ele tivesse um olho num microscópio e outro num telescópio. Ele riu! É claro! De fato, Galeano compreendia o mundo de uma forma muito poética (Vênus no Meio do Céu), religiosa (Sol de casa 12, casa de Netuno), ampla e justa (muito provavelmente por causa de seu Ascendente em Libra).

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Orfeu e o amor escorpiano


O mito de amor e morte de Orfeu é uma da histórias que explica as experiências de amor em Escorpião
Tudo por amor! Ou pelo menos entorno dele, o mais nobre dos sentimentos. Uma das mais belas histórias de amor e morte da mitologia grega é a de Orfeu e Eurídice. Ele era um grande poeta. Homem de bem que encantava a tudo e a todos com sua música. Ela, a mais bela de todas. Perseguida por um admirador obcecado ela foge, no caminho tropeça num tronco e é mordida por uma cobra (o Escorpião em forma de serpente).

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Sol em Escorpião


"Onde impera o amor, não há vontade de poder, e onde o poder predomina, há falta de amor. Um é a sombra do outro." Carl Gustav Jung

Para a estréia do Sol no signo de Escorpião neste sombrio ano de 2015 não há frase mais apropriada. Onde há claras disputas de poder não há amor, ainda que sejam aparentemente "em nome" do amor.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

30 anos depois... o futuro é hoje!


A primeira vez que eles se aventuraram eu tinha 8 anos de idade. A projeção de um futuro tecnológico e cheio episódios extraordinários me prendeu à tela de tal forma que eu não queria que a história acabasse nunca mais. A diferença é que na escola, entre os colegas, enquanto todos queriam ser o garoto Marty McFly, eu queria ser o Dr. Brown, afinal era ele quem conhecia a ciência e os mistérios do universo, que fazia o garoto ir e vir no tempo.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Mensagem de Hermes

O trecho abaixo é extraído da obra Os Grances Iniciados, de Édouard Schuré. Em poucas linhas Hermes, como Mercúrio deus mensageiro ou como Hermes de Trimegisto, o pai do hermetismo, explica a quem quer que tenha a capacidade de ouvir com alma divina sobre a dinâmica celeste e sua função em nossas vidas. Aline Maccari

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Moiras: as deusas do destino


As Moiras são as fiandeiras do destino. Clothó é a que segura o fio do tempo, puxa o fio da vida e atua sobre os nascimentos. Láquesis é a que sorteia o fio de quem irá viver ou morrer, desenrolando o novelo da vida. Átropos é a inflexível, a que corta o fio da vida, a última instância antes da morte.


As moiras, deusas do destino, foram estudadas por Carl Jung, assim como tantos outros mitos que guardam realidades psíquicas profundas. O artigo que segue abaixo é fruto de uma pesquisa realizada durante meu curso de formação como analista junguiana. Nele, traço um paralelo entre as deusas que movimentam nossas vidas, permitem ou impedem alguns acontecimentos específicos, como se de alguma forma elas fizessem parte do nosso próprio inconsciente, pessoal ou coletivo.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

As fases da Lua

De dia tudo se vê. O Sol, deus da razão, conduz a nossa consciência, desde os tempos sem princípio. De noite, visível ou não a Lua, rainha da inconsciência guia nossas sensações de forma a tomarmos decisões guiadas pela intuição. A bela da noite é a deusa das emoções. Durante 29 dias ela dá a volta completa em torno do planeta Terra e de nossos umbigos. A cada 2 dias ela muda de signo e pode trazer paixões a cada uma das áreas das nossas vidas, da casa 1 à casa 12, do nascimento à morte dos nossos projetos, ideias e amores. São quatro as fases da bela: nova (quando não podemos enxergá-la), crescente, cheia e minguante. No mapa astral ela é deusa maternal. E nos mostra como é o relacionamento do sujeito com a mãe, o lar, a família e o passado.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

A importância dos repertórios simbólicos

"Uma ordem mitológica é um conjunto de imagens que dá à consciência um significado na existência, que, não tem significado algum, simplesmente existe. Mas a mente sai em busca de significados; ela só consegue funcionar se conhecer (ou inventar) um conjunto de regras. Sua primeira função é incutir em nós um sentido de deslumbramento grato e afirmativo diante do estupendo mistério que é a existência.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Os bodes, a sombra e o menino Aylan



No céu os desafios não são diferentes. Os bodes também duelam. Plutão em Capricórnio faz sombra em Câncer, o signo da criança, da infância, da pureza. Urano em Áries faz sombra sobre a diplomacia de Libra e a possibilidade de acordos e entendimentos harmônicos. Não poderíamos estar vivendo momentos mais sombrios.







Quando todos nós achávamos que a foto emblemática do menino sírio afogado em praia turca seria o suficiente para tocar corações mundo a fora sobre a real problemática dos refugiados na Europa, eis que a bestialidade humana nos surpreende novamente. A super exposição da foto não foi o problema maior, em tempos onde a imagem já não nos surpreende se compartilhada por pelo menos 10% dos amigos da rede. A questão não foi a banalização da cena da morte de um bebê.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

A Astróloga no Correio Braziliense

A Astróloga esteve no Correio Braziliense deste domingo (30). Ao lado de Sabrina Ferroli falamos sobre o potencial da astrologia para o trabalho de autoconhecimento, aliado à psicologia junguiana. 

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