quinta-feira, 10 de maio de 2018

Intrigas e fofocas

Nos dias em que Mercúrio (planeta da comunicação) faz aspecto tenso com Plutão (deus dos infernos) e Marte (deus da guerra) é preciso tomar cuidado com intrigas pois os resultados podem ser desastrosos

Quando o planeta da comunicação (Mercúrio) anda tensionado com o deus dos infernos (Plutão) isso pode gerar desavenças, discordâncias, intrigas e até fofocas. Sim, daquelas plantadas com o gosto de fazer mal a alguém. E como o eixo afetado trata-se de Áries e Capricórnio podemos falar de "o sujeito versus seu lugar na sociedade". É por isso que devemos tomar todo o cuidado com mentira e maledicência principalmente no trabalho, na vida pública.
É claro que esse é um movimento astral que interfere a todos nós cá embaixo, mas os fatores da cultura podem e irão afetar a forma como todos nós reagimos a isso. No Tibet ou no Butão por exemplo, hoje pode ser um dia agitado, mas a fofoca não faz parte do cenário. Por que os budistas acreditam que essa é uma prática extremamente nociva ao outro e pode gerar muitos danos não apenas para quem é motivo da maledicência, mas também para o linguarudo que acumula karma pelos próximos 49 mil anos. Durante as prosternações budistas a prece é simples. Costuma-se dizer: "Corpo puro! Palavra pura! Mente pura!" Essa é uma regra ética, religiosa, pessoal e coletiva de bem estar consigo e em comunidade. E nos faz ter a pequena dimensão de que o que se faz contra o outro inevitavelmente recairá sobre si.
Enquanto isso, na República das Bananas, nesse país lindo e tropical que Deus nos deu, tudo seria perfeito se o Sol não mexesse com nosso juízo. Talvez seja o calor que nos faça dar nossas pataquadas. É fácil encontrar num salão de beleza um grupo de mulheres acabando com a raça dos maridos. E como estão todas juntas e empoderadas pela presença e a escuta das outras, a dinâmica cresce e vira um hábito. Mas, não se enganem. Os homens não são santos. No futebol ou no boteco eles também se reúnem e falam mal das próprias companheiras. Aliás, homens mal intencionados falam mal de suas esposas para outras mulheres, como se eles fossem vítimas de uma megera. Ainda que a mulher e a sogra o tratem a pão de ló. É um hábito brasileiro! 
O ciclo do mal dizer é nocivo. Gera desconfiança e quem desconfia se acha no direito de também prejudicar o outro em nome da sua defesa. Aí a coisa vira uma novelo de lã de confusões e desatá-lo machuca. A intenção de hoje não é promover uma guerra de gêneros. Homens e mulheres entraram na história apenas para ilustrar um processo que pode acontecer em qualquer esfera, com qualquer pessoa, em qualquer lugar. Mas um passo a frente seria dado se vez por outra parássemos para uma auto análise sobre porquê temos certas atitudes e como elas impactam na vida dos outros. Às vezes pode ser uma questão da cultura. Mas, em muitos casos é mesmo falta de respeito.

Aline Maccari
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