quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
FELIZ NATAL EM LUA CHEIA!
Há 38 anos não temos uma Lua Cheia em Câncer, no signo da família, em pleno Natal. Sendo uma festa familiar e a deusa das emoções em sua fase mais esplendorosa uma explosão de afetos, que este Natal seja lembrado como uma festa em que pais e filhos, irmãs e irmãos, sobrinhos, primos e avós se unem para celebrar aquela que ainda é uma das melhores experiências da vida, estar bem em família; esta base tão importante que nos acolhe e reabastece nossas energias durante o ano em nossos momentos mais desafiadores.
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
2016: anti-heróis, seriados e sombras
O que os personagens Walter White da série Breaking Bad e Frank Underwood, de House of Cards têm em comum conosco, além de terem em comum entre si? Que ambos são famosos por serem anti heróis nós já sabemos. Eles não são vilões, afinal nos identificamos com suas canalhices. A questão é que as séries não fariam tanto sucesso se não ressoassem fortemente dentro de nós, no público, como um espelho social e psicológico do momento que estamos atravessando. Estamos vivendo um tempo anti heroico. Mas o que os astros, além das estrelas hollywoodianas, têm a ver com isso? A astrologia poderia dizer que boa parte da culpa disso tudo é de Plutão.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
A mitologia de Star Wars
![]() |
| Assista à entrevista completa de George Lucas com o jornalista Bill Moyers sobre a mitologia de Star Wars em inglês ou acompanhe os melhores momentos nesta postagem. |
Não é por acaso que Star Wars é um fenômeno cinematográfico há quase quatro décadas. Alguns psicólogos e religiosos insistirão em atribuir ao filme qualidades que fariam dele uma obra repleta de significados sagrados, ocultos, que passariam desapercebidos público até levá-los praticamente à redenção, como se a história fosse uma recontextualização da narrativa da mitologia crista em temos modernos. Em entrevista ao jornalista Bill Moyers, George Lucas não vai tão longe, fala de seu filme com muito mais leveza.
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
Uma história sufi para tempos difíceis
"Havia um rei muito poderoso que tinha tudo na vida, mas sentia-se confuso. Resolveu consultar os sábios do reino e disse a eles:
- Não sei porque, me sinto estranho e necessito de paz de espírito. Preciso de algo que me faça alegrar quando estiver triste e que me faça triste quando estiver alegre.
Os sábios resolveram então dar um anel ao rei, desde que o rei seguisse certas condições:
- Debaixo do anel existe uma mensagem, mas o rei só deverá abrir o anel quando ele estiver num momento de extrema dificuldade.
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
Guerra no céu, guerra na Terra: os desafios da quadratura histórica entre Urano e Plutão
Às vezes nos perguntamos como o mundo atualmente parece estar tão confuso, agitado e cheio de perspectivas nebulosas, sombrias, ocultas. O tempo que estamos vivendo é mesmo de transição, de transformação e quem nos diz isso é o céu que paira sobre nossas cabeças. Geralmente algumas mudanças levam mais tempo para acontecer, mas de alguns poucos anos para cá alguns planetas, tidos pela astrologia como gigantes, tomaram novos rumos, entrando em novos signos e promovendo mudanças bastante significativas numa única grande onda.
domingo, 15 de novembro de 2015
A SOMBRA NA CONTEMPORANEIDADE: O MESTRE BUDISTA, O DISCÍPULO E A RELAÇÃO COM A SOMBRA
FACULDADE DE
CIÊNCIAS DA SAÚDE – FACIS
INSTITUTO
JUNGUIANO DE ENSINO E PESQUISA – IJEP
A SOMBRA NA CONTEMPORANEIDADE:
O MESTRE BUDISTA, O DISCÍPULO E A RELAÇÃO COM A
SOMBRA
Especialização em
Psicologia Junguiana
BRASÍLIA
2015
----------------------------------------------------------------------------------------------------
INTRODUÇÃO
Sacerdotes,
gurus e demais mestres espirituais sempre tiveram um papel inegável. Sua função
social é intermediar o contato com o divino, ajudando o sujeito a entrar em
contato com “deus” ou pelo menos com a divindade que existe dentro de cada um
de nós. Eles facilitam esse processo clareando caminhos, trazendo lucidez,
informação, método, disciplina, sentido, inspiração e senso de propósito. Na
linguagem junguiana esse encontro com a chama divina, o numinoso, seria o
encontro com o verdadeiro self ou o si-mesmo. Um papel delegado na pós modernidade
também a outros profissionais tais como psicólogos, analistas e terapeutas. Entretanto
estes não serão tratados nesta pesquisa, mas apenas os mestres do budismo da
tradição tibetana.
A questão é que esses mestres, conhecidos
por serem os “detentores do conhecimento oculto sagrado”, têm cometido vários
equívocos, fato constatado pelo senso comum por meio de relatos e notícias na
mídia, dia após dia. No entanto, seres humanos como quaisquer outros, não seria
razoável que isso fosse minimamente compreensível? A questão é que muito
comumente buscadores, discípulos e mesmo a sociedade de um modo geral, não
encaram o tema desta forma. E por que isso acontece? Bem, uma das hipóteses é
que devido a altas expectativas por parte dos discípulos essa é uma relação que
já começa de forma desequilibrada. Geralmente o discípulo enxerga o mestre como
alguém com habilidades especiais, que transita entre “a terra e o céu”, como quem
tem poderes sobrenaturais, reforçados por tradições, regras, histórias, mitos e
livros sagrados. Por causa dessa premissa básica de que o mestre ainda é aquele
que faz a ponte entre os homens e os deuses, os discípulos se sentem muitas
vezes inibidos, despreparados ou mesmo incapazes de avaliar o nível de preparo
do mestre. Como se duvidar dele ou do processo espiritual fosse uma ousadia
imperdoável. Outra mística que acompanha o trabalho espiritual é a expectativa
de altíssimos resultados. Fator que pode isentar o discípulo de boa parte do
árduo trabalho espiritual, eximindo-o dos esforços necessários a práticas
complexas que podem ser bastante cansativas, no entanto, pessoais e intransferíveis.
Do ponto de vista do mestre também há
algumas armadilhas possíveis como, por exemplo, quando essa “autoridade
religiosa” se sente tentada a ocupar inapropriadamente uma posição de poder,
identificando-se com uma persona onipresente,
onisciente e onipotente, assumindo a postura de um verdadeiro deus, deixando-se
tomar por um complexo poderoso. Essas
e tantas outras possibilidades de relação entre mestre e discípulo podem gerar
uma dinâmica de sabotagem que pode levar ambos a caminhos bem distantes do self. O que seria um desvio do objetivo proposto,
uma vez que muitas pessoas realmente necessitam de orientação psicoespiritual. Uma
situação que pode chegar até a consequências desastrosas, nefastas, como a
pedofilia, o abuso de drogas, a promiscuidade sexual, como veremos mais à
frente.
O que motivou a pesquisa sobre o tema foi a
frequência com que passamos a ter conhecimento, por meio de notícias, sobre
relações mestre-discípulo que tiveram consequências negativas. Diante disso as
perguntas mais importantes que poderíamos fazer acerca do tema poderiam ser: será
que esse contato com a sombra,
durante a dinâmica religiosa, é positivo ou negativo? Até que ponto o trabalho espiritual
desenvolvido entre mestre e discípulo pode levar à revelação ou à alienação? E
dentro desta perspectiva, como distinguir o que seja revelação de alienação? Será
o confronto com a sombra uma
possibilidade de revelação? Afinal, se o lama budista, que é preparado
geralmente desde muito cedo a prover orientação espiritual e tornar a si mesmo
exemplo de conduta, como e porque em alguns momentos ele se perde no caminho produzindo
consequências desastrosas para si e para os outros? Por que alguns mestres
incorporam o tipo invencível, a persona
de um salvador, e não reconhecem suas fraquezas? Segundo Jung, ninguém vive sem
sombra, nem mesmo os mais altos
sacerdotes. Aliás, é justamente por trabalhar na perspectiva da busca da luz
que a sombra torna-se diretamente
proporcional, tão grande quanto a luz. Quem mais trabalha em busca de
iluminação mais sombra guarda em si.
Uma resposta plausível para essa difícil
questão poderia estar na questão da persona.
Uma forte identificação com a máscara de sacerdote ou de iluminado é algo muito
difícil de ser questionado pelo discípulo. E é isso que tentaremos mostrar. Pois
a identificação com uma persona de
construção social tão poderosa dificulta o confronto do sujeito com a sombra, podendo gerar forte alienação. Como o
próprio Jung afirma, a sombra é algo constitutivo
da alma humana, não há como negarmos um encontro com ela, principalmente quando
a intenção do trabalho é espiritual.
Para falar sobre persona e sombra
utilizaremos como base teórica a obra de Carl Gustav Jung. Pois que outra
teoria senão a analítica, que trata exatamente desses conceitos, complementares,
compreenderia melhor essa dicotomia entre complexos? Além disso a filosofia budista e a psicologia
profunda possuem muitos pontos de convergência quando tratamos de dualidade. Para
isso utilizaremos os principais livros da obra de Jung, textos e livros que
tratam do tema no âmbito do budismo e reportagens que mostram dramas reais que
aconteceram entre discípulos e mestres do budismo tibetano.
A pesquisa se compõe de (...)
O objetivo desta pesquisa é trazer
consciência para(...)
* A tese completa pode ser requisitada por meio do e-mail alinemaccari@gmail.com
Aline Maccari
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Eduardo Galeano: somos feitos de histórias
Eduardo Galeano, grande escritor uruguaio, nos deixou em abril deste ano. De sua aldeia ele pretendia alcançar toda a humanidade. Certa vez, em entrevista a um jornal, o repórter sugeriu que ele tivesse um olho num microscópio e outro num telescópio. Ele riu! É claro! De fato, Galeano compreendia o mundo de uma forma muito poética (Vênus no Meio do Céu), religiosa (Sol de casa 12, casa de Netuno), ampla e justa (muito provavelmente por causa de seu Ascendente em Libra).
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Orfeu e o amor escorpiano
![]() |
| O mito de amor e morte de Orfeu é uma da histórias que explica as experiências de amor em Escorpião |
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Sol em Escorpião
"Onde impera o amor, não há vontade de poder, e onde o poder predomina, há falta de amor. Um é a sombra do outro." Carl Gustav Jung
Para a estréia do Sol no signo de Escorpião neste sombrio ano de 2015 não há frase mais apropriada. Onde há claras disputas de poder não há amor, ainda que sejam aparentemente "em nome" do amor.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
30 anos depois... o futuro é hoje!
A primeira vez que eles se aventuraram eu tinha 8 anos de idade. A projeção de um futuro tecnológico e cheio episódios extraordinários me prendeu à tela de tal forma que eu não queria que a história acabasse nunca mais. A diferença é que na escola, entre os colegas, enquanto todos queriam ser o garoto Marty McFly, eu queria ser o Dr. Brown, afinal era ele quem conhecia a ciência e os mistérios do universo, que fazia o garoto ir e vir no tempo.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Mensagem de Hermes
O trecho abaixo é extraído da obra Os Grances Iniciados, de Édouard Schuré. Em poucas linhas Hermes, como Mercúrio deus mensageiro ou como Hermes de Trimegisto, o pai do hermetismo, explica a quem quer que tenha a capacidade de ouvir com alma divina sobre a dinâmica celeste e sua função em nossas vidas. Aline Maccari
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Moiras: as deusas do destino
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
As fases da Lua
De dia tudo se vê. O Sol, deus da razão, conduz a nossa consciência, desde os tempos sem princípio. De noite, visível ou não a Lua, rainha da inconsciência guia nossas sensações de forma a tomarmos decisões guiadas pela intuição. A bela da noite é a deusa das emoções. Durante 29 dias ela dá a volta completa em torno do planeta Terra e de nossos umbigos. A cada 2 dias ela muda de signo e pode trazer paixões a cada uma das áreas das nossas vidas, da casa 1 à casa 12, do nascimento à morte dos nossos projetos, ideias e amores. São quatro as fases da bela: nova (quando não podemos enxergá-la), crescente, cheia e minguante. No mapa astral ela é deusa maternal. E nos mostra como é o relacionamento do sujeito com a mãe, o lar, a família e o passado. segunda-feira, 14 de setembro de 2015
A importância dos repertórios simbólicos
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Os bodes, a sombra e o menino Aylan
Quando todos nós achávamos que a foto emblemática do menino sírio afogado em praia turca seria o suficiente para tocar corações mundo a fora sobre a real problemática dos refugiados na Europa, eis que a bestialidade humana nos surpreende novamente. A super exposição da foto não foi o problema maior, em tempos onde a imagem já não nos surpreende se compartilhada por pelo menos 10% dos amigos da rede. A questão não foi a banalização da cena da morte de um bebê.
segunda-feira, 31 de agosto de 2015
segunda-feira, 17 de agosto de 2015
A sociedade em transformação: Plutão em Capricórnio
![]() |
| Plutão ficará em Capricórnio de janeiro de 2008 a janeiro de 2024: a pós modernidade é líquida e dissolve muitas certezas. |
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Na trilha de Plutão
![]() |
| Entre o caos e a plenitude vamos vivendo e observando o céu e a terra. Cada tempo tem sua luz e sua sombra. |
LIBRA 1972-1984: porque fomos ao extremo de nossas vaidades sentimos que poderíamos ir ao fundo dos nossos desejos,
ESCORPIÃO 1984-1995: quando desejamos demais fomos aos extremo dos nossos limites,
SAGITÁRIO 1995-2008/2010: quando fomos além dos nosso limites esgotamos os nossos recursos,
CAPRICÓRNIO 2008/2010-2023: a exploração e o esgotamento dos nossos recursos poderá nos deixar desumanos,
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Assim no céu como na terra
Se tivesse filhos leria para eles hoje antes de dormirem um trecho do poeta sufi Jalaluddin Rumi, místico, muçulmano e medieval. E assim começaria: "Assim na céu como na Terra..." Muitos são os sábios que falam dessa mesma relação em diferentes tempos e tradições religiosas. De fato todas elas ecoam juntas, se complementam. Quem tem verdadeira sede de respostas não as busca com superstição.
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Lua Cheia em Aquário: o meu e o nosso
Celebrações, uivos, agitações, mudanças repentinas de opinião e festas em manicômios (reais ou simbólicos) são promessas para esta sexta-feira. Mas, calma! Isso tudo pode ser muito interessante de se observar e sentir. Afinal, Leão e Aquário juntos podem ser divertidos. A noite do dia 31 será perfeita para apreciar a segunda Lua Cheia do mês (a primeira foi em 2 de julho), a famosa Lua Azul. No entanto, de azul mesmo ela não tem nada. O termo é usado para designar a segunda Lua Cheia num único mês. Isso acontece porque nosso calendário civil é diferente do lunar. Enquanto nossos meses tem duração de 28 a 30 dias, a Lua avisa que seu ciclo é de 29,5 dias aproximadamente. O fenômeno acontece de três em três anos.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Assinar:
Postagens (Atom)
Postagens mais visitadas
-
Diário da Astróloga: 24.02.21 | Todos os signos tem os seus aspectos luminosos e sombrios. Compreender seus aspectos conscientes é sempre mu...
-
Diário da Astróloga: 21.01.21 | Na astrologia como na vida, nem tudo são flores! Todos os signos têm os seus aspectos luminosos, mas também ...
-
Olá Seja bem vindo! Acho que sou uma daquelas pessoas tomada de curiosidade pela jornada da vida! E nada melhor que vivê-la ouvindo...
-
Bem vindos a mais uma semana, nesta linda bola azul, flutuando para lugar nenhum. E agora, reconhecidamente, em companhia desta força aliení...
-
Bem vindos a mais uma semana, nesta linda boa azul, flutuando para lugar nenhum. Nos próximos dias teremos uma promissora Lua Nova em Virgem...
-
Todos nós temos o signo de Leão no nosso mapa astral. Você pode ser leonino ou leonina, um nativo com o Sol no signo do Leão. Mas, também p...
-
Certa vez tive a oportunidade de entrevistar Bob Walter, Presidente da Fundação Joseph Campbell, da Califórnia. Entre tantas perguntas ...
-
Diário da Astróloga: 20.07.22 | Estamos na Temporada Canceriana! E sempre que posso gosto de falar sobre as qualidades sombrias dos signos...
-
Diário da Astróloga: 11/Jan/24 | No céu de hoje acontece a Lua Nova em Capricórnio. E muito pode ter início a partir desta data. Para quem a...




















