quarta-feira, 23 de março de 2016

CÉU DE HOJE: ampliando a consciência

Em Memórias, Sonhos e Reflexões, o psicólogo Carl Gustav Jung afirma que "toda forma de vício é ruim, não importa que seja droga, álcool ou idealismo". Essa frase nos chega aos ouvidos num dia muito propício, nos trazendo muito sentido. No céu dos últimos tempos e de hoje em especial, uma grande quadratura é formada pelos signos cardeais. Estamos falando de Áries, Câncer, Libra e Capricórnio.
Traduzindo do astrologuês para o português, cardeais são os signos que têm a força para iniciar movimentos, pensamentos e ações. São eles que iniciam as estações do ano. Esses mesmos signos são ágeis, ardentes, ambiciosos e independentes. Na pior das hipóteses podem ser imprudentes, insaciáveis e dominadores. Quanto à tendência aos vícios, pelo menos na literatura astrológica, é dos domínios de Peixes, Virgem e o planeta Netuno. No entanto, em se tratando de pensamento fixo, ideologia, teimosia, fixação há total relação com os cardeais, pois eles são OS INFLEXÍVEIS. Somado a Urano em evidência, haja idealismo. E não seria a obsessão por pensamentos fixos e ideias um dos maiores problemas enfrentados no mundo hoje? De um lado coxinhas e de outro petralhas. Como se todos que querem um Brasil melhor, não estivéssem no mesmo barco, contra a corrupção, este grande câncer que devora as riquezas e a dignidade do país. Na Europa, cristão e muçulmanos podem estar próximos de uma nova cruzada, sendo que os legítimos seguidores de Deus ou Alah, que trazem consigo o mais puro senso de religiosidade dentro de si, são avessos ao terror. A fixação por ideias é uma parvoíce que pode ser até nociva. Pois há tantas variáveis, tantas realidades, que tudo pode ser pensado sob várias ângulos. É claro que não podemos ser inocentes em achar que estamos travando um problema ideológico apenas. O buraco é mais em baixo, e o dinheiro e o poder estão muito mais próximos da origem do problema e de Plutão, um dos eixos da quadratura. Mas, os cegos apaixonados, por partidos, ideias ou religiões têm atropelado o mundo com seus vícios. Toda a ideia fixa, irreal é como uma grande construção muito frágil. O idealismo para si, nas relações do dia a dia, entre os casais, em casa, com a família, no trabalho e em sociedade são um tema a se pensar por esses dias. Ainda como diz o novelista-aquariano-britânico John Galsworthy: "o idealismo de uma pessoa cresce na proporção direta da sua distância ao problema." 

Aline Maccari
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