segunda-feira, 21 de março de 2016

O ano novo astrológico: o mundo em transição

O ano novo astrológico traz novamente as marcas da grande quadratura entre Urano e Plutão (destruição - caos - novo) e Saturno em quadratura com Júpiter  (o visionário versus o realista).
Muito bom dia meus caros leitores. Um feliz ano novo a todos vocês. Isso mesmo! O ano novo astrológico começou neste domingo, com a entrada do Sol no signo de Áries, inaugurando um novo ciclo. A semana anterior já demostrava o nervosismo de Áries chegando e a imprevisibilidade da quadratura Urano - Plutão estampada em acontecimentos absurdos por todo o mundo, no Brasil e em nossas vidas pessoais.
Com a quadratura reforçada ainda pela Lua Cheia em Libra (que se fará durante a terça e quarta-feira) poderemos esperar por um pouco de tudo, do que trata essa grande cruz, que envolve os planetas cardeais, aqueles que acionam as engrenagens que movimentam o mundo. Assim, poderemos ver e viver o início, o novo derrubando o velho, a falta de diplomacia, o autoritarismo, as reviravoltas, a violência, a força, os acidentes, os incidentes, a auto afirmação dos indivíduos, a opressão do masculino (Urano e Plutão) sobre o feminino (Câncer e Libra), a verdade de um contra a verdade do outro, assuntos da vida privada vindo a público (Câncer - Plutão), estados se esfacelando, o desastre, o podre, a ruína. Um verdadeiro barril de pólvora que só precisava da chama do primeiro signo de fogo, Áries, para acabar de explodir. Uma realidade arquetípica que não passa pelo critério do que é bom ou mau. Afinal, todos podem se julgar do lado correto desta história. Este ano novo também se inicia com a quadratura entre Saturno (em Sagitário) e Júpiter (em Virgem), numa relação descompensada entre o otimismo e o realismo. De um lado está o que sonhamos para o futuro e temos como objeto de fé e do outro uma forte dose de compromisso, seriedade, realidade e realização. Com Vênus em conjunção com Netuno, mal disposto com Saturno e Júpiter, até as relações amorosas passarão por dias de confusão e desgaste, neste "início de ano". Mas, nesse céu de forças antagônicas brigando entre si, há saídas. Por enquanto o melhor a fazer seria ponderar e observar, sem se apaixonar pelas coisas, com certa distância, sem apegos. Pois apesar da forte turbulência o céu aponta no horizonte possibilidades incríveis para um renascimento antes impossível. 

Aline Maccari
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